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Monstro

Pai mata filho de 2 anos afogado para ver ex-mulher sofrer em Campo Grande

Na última versão apresentada, Evaldo alegou que cometeu o crime sozinho na sua residência no Bairro Guanandi II.

20/09/2019 10h06Atualizado há 3 meses
Por: Redação, Rodrigo Rodrigues
Fonte: top mídia news
Arquivo/Nova Alvorada News
Arquivo/Nova Alvorada News

Foi preso nesta quinta-feira (19), Evaldo Christyan Dias Zenteno de 21 anos, acusado de matar o filho, Miguel Henrique dos Reis, de 2 anos, afogado na Rua Ariquemes, no Bairro Guanandi II, em Campo Grande.

Frio e sem rancor, Evaldo alegou que cometeu o crime, pois queria fazer a mulher sofrer, após supostamente descobrir uma traição.

De acordo com o sie Top Mídia News, a criança teria sido levada até a Santa Casa, onde os médicos desconfiaram do crime e acionaram a polícia. No primeiro momento, Evaldo chegou a contar aos militares que ele tinha sido vítima de um assalto por dois homens armados e de capuz, depois de parar em uma conveniência.

Ele alegou que os supostos assaltantes teriam jogado a criança no córrego da Avenida Ernesto Geisel, no entanto, não sabia dizer as características e nem o veículo dos criminosos.

Ao ser confrontado, Evaldo entrou em contradições. Ele apresentou uma segunda versão, onde falou que descobriu uma traição da mulher, mãe da criança, e que cometeu o crime, pois queria a fazer sofrer.  Ele contou que acionou um amigo, identificado como ‘Ninguém’ e contou sobre o fato.

Este amigo então teria falado para ele levar o menino até sua residência, na Vilia Nhanhá, e que outro indivíduo chamado ‘Marcelo’ iria buscá-lo.  No local, ambos teriam afogado a criança em uma bacia. Orientado por ‘Ninguém’, Evaldo foi até a Santa Casa, onde foi constatado o óbito da criança.

Entretanto, na última versão apresentada, Evaldo alegou que cometeu o crime sozinho na sua residência no Bairro Guanandi II.

Ele foi preso e encaminhado para Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. O caso foi registrado como homicídio simples. A polícia investiga o crime. 

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